O Mont Saint Michel
sábado, 27 de junho de 2009
De regresso a Portugal
O Mont Saint Michel
domingo, 21 de junho de 2009
Bruxelas-Lisboa
sábado, 13 de junho de 2009
Haddock chegou à Bélgica
É uma cidade carregada de história que a industria do turismo aproveita da melhor maneira.
Começámos por visitar o Palais des Papes com utilização de um audioguia. Trata-se de um edificio imponente com os seus 15000 m2. É uma pena que, como em todos os edificios de caracter religioso, a Revolução Francesa tenha passado por lá, mutilando tudo o que, de longe ou de perto, pudesse ter algo a ver com a religião. Depois de, definitivamente, os legados pontificios terem abandonado a cidade, o Palácio esteve ao abandono servindo mais tarde de caserna militar. Foi com grande labor que os responsáveis da cultura o tentaram depois recuperar para poder ser mostrado e dar uma pálida ideia do que já foi. Mas a imaginação do visitante tem que trabalhar muito.
Visitou-se também a magnifica Catedral dos Doms onde se encontra sepultado o Papa João XXI (sepultado é uma maneira de dizer pois, como não podia deixar de ser, a Revolução Francesa passou por lá, os tumulos estão actualmente vazios e a pequena história refere que os revolucionários jogaram à bola com o crâneo do Papa).
As visitas da cidade com guia historiador são uma mais-valia: a grande História, as pequenas histórias, os monumentos descritos por quem os conhece perfeitamente fazem olhar a cidade com olhos mais informados.
O 1 de Junho, segunda feira de Pentecostes, é dia de feriado rigoroso em França. Estava programada a visita de Carpentras, onde contávamos pernoitar. Encontrámos com facilidade a AS AC, estacionámos e saímos para visitar a cidade. Forte desilusão; recepção nula do ponto de vista turistico, cidade sem atractivos, suja, deprimida sendo a pouca população presente de origem magrebina. Total ausência visivel de autoridades e um sentimento difuso de insegurança. A visita durou uma hora e ficámos felizes por encontrar a AC sã e salva.
Como tudo se encontrava encerrado por todo o lado recolhemos ao PC “Mont Ventoux” em Mazan para pernoitar: local simpático, onde éramos os únicos portugueses entre os outros 49 holandeses. O Mont Ventoux está à vista.
Esta AS com capacidade para cerca de 30 AC está idealmente situada para a visita à cidade, entre vinhas e um agradável bairro residencial. Tem todos os serviços necessários com simplicidade e sem equipamentos esotéricos. Não há limites de permanência e o empregado municipal passa diáriamente às 19 horas para cobrar os 6 € de taxa.
-Romana- expõe a céu aberto 15 hectares de vestigios que nos dão uma ideia do seu explendor passado.
A 4 de Junho deixámos Vaison e, sempre guiados pelo Tonto evitando AEs, seguimos por Nyons, Gap, Grenoble até Aix les Bains. A estrada escolhida embora bastante sinuosa e trabalhosa é de excepcional beleza. Instalámo-nos no PC do Sierroz bem à beira do Lago do Bourget. Aix é uma cidade termal, com o seu cachet “antiquado” de que é exemplo o edificio do Casino.
Conserva também alguns vestigios romanos, entre eles o Arco de Campanus:
Dia 8 e continua a chover; continuamos a nossa ascenção para Norte por Lons le Saunier, Besançon e Belfort. Atravessamos os departamentos do Jura, Doubs e Haute Sâone. Fomos pernoitar no PC “Les Mimosas” em Cernay.
A 9 continuámos por Épinal, Toul, St. Dizier e Châlons en Champagne e fomos pernoitar numa quinta de criação de caracóis (no quadro da France Passion, http://www.france-passion.com/) em Bouzy. Chegada, visita guiada das instalações, “degustação” e pernoita.
Depois de uma noite calma entre os “caracóis” rumámos a Reims e fomo-nos instalar na AS e pernoita para AC do Centre International de Séjour, situado quase no centro da cidade. Todos os serviços, grátis, permanência autorizada de 48 horas. O local está além do mais no meio de um belo parque ajardinado. E partimos para a visita à célebre catedral e ao Museu do Tau. Em cada um dos monumentos optámos por fazer uma visita guiada e, em seguida, fazer a expedição fotográfica. Os olhos ficaram cheios de beleza.
Pernoita em Reims com a chuva a tamborilar no tecto da AC.
Pela manhã, fizémos serviço e rumámos a Buzancy para o PC “La Samaritaine” onde pernoitámos. PC quase perfeito pela sua localização e instalações.
A 12 de Junho fizémos mais uma experiência France Passion; estacionámos e pernoitámos numa quinta en Maisoncelles et Villers (15 km ao Sul de Sedan). Ao almoço foi-nos servido um almoço da quinta. Ah! os ovos com verdadeiro sabor e os belos crepes feitos à nossa frente e acompanhados com compotas caseiras.
Hoje dia 13, dia de Sto António chegámos finalmente à Bélgica. Começámos por revisitar a Abadia de Orval, adquirir as indispensáveis cervejas trapistas e almoçar no "Ange Gardien".
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Haddock está em Avignon
Depois de uma noite sossegada tentámos uma vista ao Monasterio de Piedra; isso não foi possível por incompatibilidade de horários, dado que as visitas são guiadas e, a ficarmos para a visita, desorganizávamos completamente o programa do dia. Fomos assim embora com a promessa de voltar porque a região é bonita e o Mosteiro parece merecer a visita.
Metemo-nos, portanto, à estrada para ir pernoitar na AS para AC de Le Boulou.
Hoje de manhã (29 de Maio) saímos para um “saltinho” de 270 km para Avignon onde atracámos no PC Bagatelle, mesmo em frente do Palais des Papes.
terça-feira, 19 de maio de 2009
SEGUNDA VIAGEM (2)
Como todos sabem, esta cidade oferece-nos duas possibilidades de “alojamento” das nossas ACs; optámos, desta vez, pelo PC Municipal (com as suas casas de banho privativas por parcela) e com um preço mais que interessante para os assinantes da ACSI. O facto de a alguns metros do PC existir transporte público rápido e económico para o centro da cidade completa o ”ramo”.
A cidade de Cáceres vale verdadeiramente a deslocação. Não devendo ser novidade para a maioria dos companheiros não deixamos, no entanto, de recomendar a visita a quem não conheça.
Logo à chegada ao centro deparámos com uma exposição de arte moderna no jardim de que deixamos algumas imagens.

Dirigimo-nos depois para a Plaza Mayor. A partir daqui deambulámos várias horas pelo casco
viejo
. Só isso vale a viagem: é notável o estado de conservação das diversas casas e o cuidado empregue nas adaptações às
necessidades de utilização actuais.
residente no Brasil, que desconhecíamos completamente.
Expostas encontravam-se diversas esculturas em bronze e vidro de que damos uma pequena amostra.
Como curiosidade recomendamos a visita à Casa Museu Árabe de Cáceres, em que se retrata o ambiente de uma casa árabe do século XIII. 
Depois de dois dias a “patear” Cáceres (é pouco) dirigimo-nos para Mérida.
Optámos pelo estacionamento na Calle Cabo Verde. Muito bem situado em relação aos pontos obrigatórios de visita. Trata-se de um estacionamento normal a que foi adicionada uma área de serviço para AC. Um pouco caro, mas definitivamente interessante para visita à Mérida romana.
Foi o que fizemos, embora um pouco precipitadamente; teremos que voltar tal a profusão de pontos de interesse: o Teatro e Anfiteatro Romanos, a Casa do Anfiteatro, o Circo, os Aquedutos, as Pontes romanas e, principalmente, o Museo Nacional de Arte Romano, o qual só por si vale uma deslocação a Mérida. Faltou o tempo para a Alcazaba, para os Columbariums, para o templo de Diana, etc. Definitivamente, teremos de voltar.


No seguimento da nossa visita à Estremadura espanhola seguimos para Zafra, próximo alvo da nossa curiosidade. Depois de estacionados na AS para ACs do recinto das feiras, quase no centro da cidade, iniciámos a visita.Não é aconselhável ir a Zafra depois de estar em Cáceres e/ou em Mérida. A Igreja Paroquial da Candelária, com o seu retábulo verdadeiramente notável, uma visita guiada ao Convento de Santa Clara, passagem pelas Plazas Mayor e Chica e pouco mais há para ver. Cidade acolhedora mas sem o esplendor das outras.
Direcção Portugal; abastecimentos diversos em Reguengos e rumo a Monsaraz para pernoita no seu maravilhoso parque.
Primeiro de Maio; despertar cedo e direcção Aldeia da Luz para despejos. Daí para a Marina da Amieira com escala no “Aficionado” para almoço. Passeio de barco na barragem fazendo tempo para o Enojantar de dia 2 com o patrocínio da Adega Cooperativa de Borba.
A 3 de Maio saímos cedo da Marina em direcção a Isla Cristina. Até 7 de Maio, o Rei Sol ajudando, passámos uns bons dias de praia; tudo o que é bom acaba e, depois de pernoitarmos em Castro Marim, saímos a 8 em direcção ao Lousal para o encontro do CAB.
Findo este, regressámos a casa no dia 10 de Maio e começámos a pensar na próxima saída.

domingo, 10 de maio de 2009
Encontro do CAB nas minas do Lousal
Terminou o III Encontro do CAB que teve lugar nas minas do Lousal. Sendo este Blog o aderente mais recente ao circulo foi com alguma curiosidade que para ali nos dirigimos. Depois da chegada dos membros e das apresentações reunimo-nos para o cafézinho e para a amena cavaqueira no café dos mineiros; a conversa foi animada e durou até tarde.
dos mineiros e da evolução das minas do Lousal, do seu auge até ao seu encerramento; foi-nos também apresentado o projecto museológico e cientifico que se está a desenvolver e que nos impressionou bastante favorávelmente.Depois de um almoço rápido a bordo das ACs teve lugar no auditório do centro museologico a reunião de trabalho dos membros do CAB que decorreu com bastante vivacidade mas com um notável espirito democrático. Foi seguida pela continuação da visita ao museu da mina que foi bastante impressionante.
Foi com pena que recolhemos às ACs depois de uma noite extremamente bem passada.
A meteorologia bem triste da manhã do dia 10 de Maio veio sublinhar a separação depois de uma horas bem passadas em companhia bem agradável.
Uma das vitimas da mina. Que descanse em paz.

