quarta-feira, 21 de abril de 2010

CHEFCHAOUÈN

É a nossa primeira experiência turistica em Marrocos. Quem conhece esta cidade não a esquece com certeza. Azul, azul, azul; ainda por cima a minha cor preferida.
Apontamento histórico: concebida como uma praça forte, foi fundada no fim do século XV com a intenção de defender o interior do país dos portugueses e espanhóis que assolavam a costa. Serviu de refúgio aos muçulmanos obrigados a deixar a Espanha em fuga da “reconquista” dos Reis Católicos, acolheu desde a sua criação, numerosos refugiados andaluzes, o que lhe valeu ser conhecida por “Pequena Granada”.
De notar que ainda hoje uma parte da população se expressa com facilidade em espanhol.
Neste dia 21 de Abril, cedo erguer para a visita da cidade. Descida a pé do camping, pela bonita encosta que passa por algumas campas de um cemitério que não sabemos se desafectado da sua função. Acompanhados por algumas gotas de chuva que tornaram a descida dificil, por escorregadia, e que logo no inicio proporcionou um valente “bate cú” a este vosso servidor.
Chegados à cidade, ficàmos imersos em azul e, propositadamente, perdemo-nos nas ruelas desta medina que nos enfeitiçaram. Visitámos as quedas de água Ras el Ma, onde numa agradável esplanada tomámos o nosso primeiro chá de hortelã. Regressámos em direcção à Praça Uta-El-Hammam, onde visitámos a Kasbah (que nos desiludiu, por se encontrar ao abandono). Voltámos a perder-nos nas ruelas da medina e, mais uma vez, abancámos numa esplanada para ver passar o mundo e saborear, desta vez, o nosso primeiro sumo de laranja (delicioso). Chegou a hora do almoço que foi cumprido na esplanada do restaurante Aladin que domina a Praça Uta-El-Hammam. E aqui, mais uma estreia, as nossa primeiras tajines (de frango com limão para ele, de frango com legumes para ela). Como foram realmente as primeiras, não temos termo de comparação, mas não deslumbrou. Veremos, num futuro próximo.
Cumprido o almoço tomámos o nosso primeiro “petit taxi” para regressar ao camping.  Visto o estado da viatura ficàmos a acreditar que os milagres realmente existem! Como aquele Fiat consegue continuar a andar deveria ser um caso de estudo para os engenheiros da marca.
Enfim, cá estamos a fazer-vos o relatório desta nossa viagem que amanhã deve continuar para Ouazzane, para visitar esta região de produção de azeite, antes de prosseguir para Volubilis e as suas ruínas romanas. Depois seguir-se-ão as cidades imperiais Meknès e Fès.
A chave Internet que adquirimos está hoje a fazer das suas e não nos permite enviar fotos. Fá-lo-emos logo que possível.

terça-feira, 20 de abril de 2010

RUMO AO SUL

Toda a cidade de Martil, assim como o passeio maritimo, estão em obras. A estrada que leva ao camping está em vias de ser refeita; o muro que protegia o Camping desapareceu o que faz com que se encontre completamente devassado. As instalações sanitárias são o minimo, mas realmente o minimo.
Não havendo aqui nada para ver, decidimos na manhâ de 20, fazer os 75 km que nos separam de Chefchaouen. E cá estamos no Camping Azilan, preparados para conhecer esta cidade do que daremos o devido relatório aos nossos seguidores.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

CÁ ESTAMOS!

Domingo 18 de Abril. Choveu toda a noite, por vezes forte, por vezes trovoada. O Parque de campismo ficou mais ou menos inundado. Saímos às 1000 horas por autoestrada, por Sevilha em direcção a Algeciras. Durante a maior parte da viagem fomos acompanhados por chuva violenta. Estacionámos em Palmones, em frente de Viajes Normandia às 1330. Depois de um almoço rápido num self-service local compràmos o nosso bilhete para Ceuta (A/R, AC + 2 pax, 200 €). Deslocámo-nos depois para o parque de estacionamento do Lidl para pernoitar o que fizèmos na companhia de mais cerca de 50 autocaravanas (e dizem que esta é a época baixa!).
Segunda-feira 19 de Abril.
Despertar às 0700, rumo ao porto para partida prevista às 0930, o que aconteceu com toda a pontualidade. Meteorologia magnifica: sol, mar chão, sem vento; travessia espectacular. Chegada a Ceuta às 1030 (hora ES), 0830 (hora MA). Sem mais tardar, em direcção à fronteira. As instruções do Guia Gandini sendo preciosas, todos os papéis necessários estavam prontos e o conjunto das formalidades durou cerca de meia hora. Olá Marrocos!
Primeira paragem num banco, para câmbio; 1€ = 10,85231 DH). Para o nosso maior conforto e descanso o Tomtom parece funcionar perfeitamente com o mapa de Marrocos e levou-nos direitinhos ao Marjane de Tetuão. Aqui adquirimos um modem Internet que nos permite estar a contar-vos estas aventuras. Compràmos também, por 20 DH, uma carta SIM que nos permite ter um número de telefone marroquino e fazer chamadas locais.
Era hora do almoço, tinhamos fome e…..vergonha….almoçámos num Pizza Hut. Como restaurante tipico não há melhor. Prometemos que não reincidiremos. Atestámos de gasóleo a 7,30 Dh/l (sim 70 cts, não sejam invejosos!). Fizémos os 12 km até Martil e mais uma vez o Tomtom nos levou brilhantemente à porta do Camping Alboustane para um primeiro descanso em terras de Sua Majestade Mohamed VI.

sábado, 17 de abril de 2010

DIA 1

Sábado 17 de Abril de 2010
Choveu bastante esta noite!
Ontem terminámos a arrumação da autocaravana. A nossa inexperiência neste tipo de viagem, pela sua duração e pelo seu destino, faz-nos recear que faltem coisas. O que não pode faltar, e que já lá está no carregamento são cadernos, esferográficas, lápis, borrachas e outras réguas e esquadros que tencionamos deixar em Bouarfa e Iche. Ah, e também duas belas bolas de foot!
O tempo, manhoso, e a preguiça fizeram-nos optar pela A2: custa-nos contribuir com  31 € para a felicidade da Brisa mas é um descanso. O Felipão (TomTom) leva o freio nos dentes com destino  a Castro Marim, ao Poço, para saborear uma bela cataplana de bacalhau, camarões e ameijoas. Meu dito, meu feito e em boa hora. Estava magnifica!
A intenção era, em seguida, pernoitar na AS para AC de Castro Marim. Nem pensar! Cheia que nem um ovo; as várias nacionalidades da Europa ali estão, alguns com ar de permanência.
Assim, depois de almoço, lá fizemos os 15 km para Isla Cristina para assentar arraiais até amanhã no PC Giralda.
Cá estamos a aproveitar da Wi Fi gratuita para este último contacto até conseguirmos, já em Marrocos, acertar o assunto da ligação Internet. O programa de amanhã consiste numa pequena ligação até Algeciras, pernoita no local e embarque para Marrocos segunda feira de manhã.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

DIA - 8

É verdade! Faltam oito dias.
No próximo dia 18 está prevista uma saída de casa bem cedinho por autoestrada para fazer quilómetros e ir pernoitar a Algeciras, perto da agência Gutierrez. Comprar os bilhetes da passagem e fazer a travessia para Marrocos bem cedo no dia 19. Um companheiro francês que fez a travessia ontem dia 9 pagou pela travessia A/R Algeciras/Ceuta AC e dois pax 170 €.
Os planos prevêem a ida ao Marjane em Tetuão comprar um modem para poder utilizar a Internet e um cartão SIM para poder ter um telefone marroquino.
A primeira pernoita está prevista no Complexo Alboustane em Martil.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

PARQUE DE AC DE BRAGANÇA



Senhores autarcas de Portugal


ponham os olhos em Bragança. Vejam este video e tomem atenção às opiniões do Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria. Para ele e para a Câmara Municipal de Bragança os nossos agradecimentos. Vamos todos a Bragança; vamos visitar esta bela cidade "amiga" dos autocaravanistas.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

ENOJANTAR - AMIEIRA MARINA


VINHO BRANCO DE CASTAS TINTAS  - ERVIDEIRA ABRE 4º CICLO DE ENOJANTARES AMIEIRA MARINA

“Invisível”, um branco oriundo de castas tintas do produtor Ervideira é apresentado oficialmente no próximo enojantar do restaurante da Amieira Marina, sábado dia 10 de Abril, abrindo o 4º ciclo de jantares gastronómicos daquele restaurante à beira Alqueva. 
Com as presenças do administrador Duarte Leal da Costa e do enólogo Nelson Rolo, a casa Ervideira aproveita o sucesso dos enojantares Amieira Marina para lançar um novo vinho, mostrando ainda parte do seu portfolio que acompanha uma ementa especialmente desenhada por Luisa Lopes.          
A proposta do encontro abre com um welcome drink Espumante Ervideira Rosé e Vinha Ervideira Rosé, para degustar com Amêndoa Tostada em Flor de Sal e Quatro Pimentas; o Ervideira Antão Vaz faz as honras da entrada, uma Salada de Pato Confitado em Vinagreta de Passas.           
Altura para a apresentação oficial do “Invisível” Ervideira.         
Nos pratos de força, o de peixe consta de Bacalhau com Migas de Poejo e Hortelã da Ribeira, servido com Conde D’Ervideira BCO, enquanto o de carne apresenta uma Perdiz em Cama de Silarcas com Escabeche de “Ervideira”, a degustar com Conde D’Ervideira Tinto; Ninho de Páscoa acompanhado de Conde D’Ervideira Private Selection resume a sobremesa e encerra o enojantar.           
O conceito de Enojantares do restaurante da Amieira Marina, panorâmico sobre o Lago do Alqueva, tem vindo a visitar os principais produtores de vinhos alentejanos, tendo já realizado desde há um ano mais de 20 jornadas gastronómicas.           
Os Enojantares, com menu de degustação orçam em 35 euros/ pax. 

sábado, 3 de abril de 2010

PASCOA 2010

Desejos para todos de uma Páscoa muito feliz; Paz, Amor, Saúde são os nossos desejos para todos vós e vossas famílias.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

DIA DE PETAS

Como já devem ter percebido tratou-se de uma mentirita do 1º de Abril. Não é já o facto de aquela beleza custar 1,7 milhões de dólares; é que é necessária a carta de pesados e que ia ser muito difícil arranjar lugar na maior parte dos parques de campismo.
Por outro lado, e tendo em vista que os combustíveis estão a subir esta solução não me parece desajustada.
Boa Páscoa a todos.

A MINHA NOVA AUTOCARAVANA

Pois é verdade. A pesar de só termos chegado ao autocaravanismo há cerca de um ano apaixonámos-nos de tal modo pela actividade que decidimos agora adquirir um novo equipamento mais confortável.


Mais informamos que estamos a rifar a nossa primeira autocaravana, revertendo o produto das rifas para minorar o défice do Estado.

terça-feira, 16 de março de 2010

CARTA À DIRECÇÃO DA ORBITUR

Tomo a liberdade de reproduzir na integra a carta que o companheiro Henrique Fernandes enviou à Direcção da Orbitur e que subscrevo completamente. Queria apenas acrescentar que em algumas das vezes que utilizei aqueles parques constatei que estavam bastante mal adaptados à permanência de autocaravanas. Refiro-me em especial a S. Pedro de Moel e a Montargil.
Cito:
Exmo. Sr. Manuel Dias: 
Serve a presente para informar muito respeitosamente o seguinte:
Tive recentemente conhecimento, através da leitura da edição Barlavento Online, de 12-Março-2010, de algumas declarações de V. Exa., bem como do Sr. Fernando Rocio, a propósito do estacionamento e pernoita de autocaravanas em espaço público, as quais, para melhor facilidade de análise, tomo a liberdade de reproduzir:
Para o presidente da Associação Portuguesa de Empresários de Camping e Hotelaria ao ar livre (Aecamp), o problema está «na falta de fiscalização das autarquias e das autoridades», que deveriam «actuar em conjunto e levar os autocaravanistas a criar valor económico nos parques de campismo». 
De acordo com Manuel Dias, apesar de uma autocaravana poder estar parada num parque automóvel, isso não dá ao condutor o direito de aí pernoitar, uma vez que «está a fazer do transporte um espaço de alojamento» (sublinhado meu).
«Se, por força da lei, os parques de campismo estão obrigados a estruturar-se para receber este tipo de turistas, não se percebe por que têm de continuar a ver o seu negócio na rua», entende o também administrador do grupo Orbitur.
Posição idêntica é manifestada por Fernando Rocio, proprietário de um dos poucos parques algarvios especializado em acolher autocaravanas e o único do concelho de Tavira.
Apesar de garantir ter todas as condições, Rocio diz que a sua ocupação média anda na casa 50 por cento, mas teria condições de ser ampliada «caso as autoridades cumprissem o que está escrito nos regulamentos de trânsito».
Considero que o facto de V. Exa. ser administrador da Orbitur e sobretudo presidente de uma associação do sector, impõe responsabilidades acrescidas aquando da tomada de posições sobre esta matéria.
Discordo totalmente da ideia de que não tenho o direito de pernoitar dentro do meu veículo, seja ele uma Ford Galaxy, um Renault Clio, ou uma autocaravana. Sobretudo quando falamos de autocaravanas, que por sinal são de todos os veículos melhor preparados para o efeito. Dentro do meu veículo existe um espaço de intimidade que só a mim diz respeito e que, por isso, não deve ser invadido por interesses económicos que me são estranhos.
Será que V. Exa. defende também que se eu pretender pernoitar dentro da minha Ford Galaxy numa zona onde não existam parques de campismo, a associação que represente os hotéis e pensões da região deva “pressionar” as autoridades para me obrigarem a instalar-me numa das unidades mais próximas?
Desde que eu cumpra a lei, nomeadamente estacionando o meu veículo sem levantar portadas, estender toldos, dispor mesas e cadeiras, etc., ninguém não tem nada a ver com o que faço dentro dele. 
Sou autocaravanista há 5 anos. A minha autocaravana tem um grau de autonomia elevado, à custa de avultados investimentos. Só para exemplo, disponho de electricidade a 220 V com uma potência de 2000 W, sem necessidade de ligar o motor. Utilizo por isso os parques de campismo (em cerca de 20 % das minhas deslocações) sobretudo por razões de tranquilidade e de repouso, e muito raramente por necessidade de acesso a serviços básicos.
O autocaravanismo é uma prática totalmente diferente do campismo (conheço bem as duas, ainda utilizo tenda, e já tive roulote…). O autocaravanista tem o direito, como toda a gente, a ser campista, mas ninguém tem o direito de o obrigar a sê-lo. 
Se eu fosse empresário de parques de campismo defenderia exactamente o contrário daquilo que foi defendido por V. Exa: a criação em Portugal de inúmeras áreas de serviço e de pernoita exclusivas para autocaravanas (para descarga de águas cinzentas e negras e para abastecimento de água, eventualmente com a possibilidade de abastecimento eléctrico).
Defenderia adicionalmente o direito – mais que natural – de estacionamento e pernoita das autocaravanas fora dessas áreas, desde que respeitados naturalmente os preceitos da legislação aplicável ao estacionamento na via pública. 
Provavelmente até me afoitaria na exploração comercial desse segmento de actividade, em colaboração ou em anexo aos parques de campismo, ou em locais independentes.
Em suma, defenderia a criação de infraestruturas que facilitassem a vida aos autocaravanistas, tornando mais apetecível a migração das pessoas para este segmento de turismo, com benefícios – a longo prazo – para os próprios parques de campismo.
Se em vez das menos de 30 áreas actualmente existentes em Portugal existissem 500 ou 1000, o país teria lá fora uma imagem muito diferente da que vai tendo, e que por sinal não é nada boa no mundo autocaravanista europeu. Nesse caso, em vez dos 37 000 autocaravanistas que rumam ao Algarve, poderiam ser 5 ou 10 vezes mais. E se apenas uma percentagem de entre eles recorresse voluntariamente aos parques de campismo da região, adivinhe V. Exa. quem ficava a ganhar…
Impõe-se questionar V. Exa. se acredita que o Algarve continuaria a receber os tais 37 000 autocaravanistas no caso de a pernoita em parques de campismo passar a ser obrigatória por lei?! 
Ora, com posições como a de V. Exa. e do Sr. Rocio, que considero desprovidas da mais elementar inteligência e perspectiva de longo prazo, apenas se criam condições para dificultar a vida aos autocaravanistas que pretendam visitar o Algarve. A última vez que lá estive não gostei, e por isso foi a última, até que as coisas mudem. O que ganharam afinal os parques de campismo, onde até ia de vez em quando, com esta minha decisão de primar pela ausência?
Passei a viajar pela Europa, onde sou melhor acolhido e onde recorro aos parques de campismo essencialmente para “recarregar baterias”, mas apenas quando quero. É que há por aí mais Algarves e com bem melhores condições do que o nosso para fornecerem a um autocaravanista aquilo que procura. Só em França existem mais de 3000 áreas de serviço para autocaravanas! Também a Espanha começa a ganhar, como em outros capítulos, um avanço que vai arremessar-nos – mais uma vez – para o fundo de uma tabela qualquer. 
Tenho um irmão que é norueguês e também autocaravanista, e que ficou literalmente estarrecido com o panorama que encontrou em Portugal da última vez que cá esteve. Na Noruega, que é só o país há vários anos classificado pelas Nações Unidas em primeiro lugar no capítulo do desenvolvimento humano, é impensável “obrigar-se” uma autocaravana a pernoitar num camping para, por essa via, rentabilizar o negócio de alguém. É dos países da Europa onde os autocaravanistas dispõem de melhores condições e liberdade e onde este segmento representa – também para os parques de campismo locais – maior peso no cômputo geral do turismo… 
Conforme pode ser comprovado pelas facturas em anexo, costumo utilizar o camping da Orbitur na Idanha-a-Nova, junto à barragem Marechal Carmona, promovendo aí agrupamentos de familiares e amigos que rondam as duas a três dezenas de pessoas.
Face às posições públicas assumidas por V. Exa., que considero lamentáveis e dignas de reprovação, vou deixar de frequentar os campings da Orbitur, incluindo naturalmente o da Idanha. Será o fim desses agrupamentos, os quais transferirei com muito gosto para outros locais onde me sinta melhor acolhido.
Estou na disposição de mudar a minha posição quando V. Exa. mudar a sua. Contudo, até esse dia bater-me-ei pela divulgação desta temática, não me poupando a esforços para realçar junto de amigos e de autocaravanistas portugueses e estrangeiros a mesquinhez da situação portuguesa em relação ao que vou vendo lá por fora.
Ficar-lhe-ia muito agradecido se desse conta desta carta ao Sr. Rocio.
Com os melhores cumprimentos 
Henrique Fernandes
Fim de citação

segunda-feira, 15 de março de 2010

NOVO CLUBE AUTOCARAVANISTA


Nasceu o novo "bébé". Haddock e a sua consorte estiveram presentes  na Arruda dos Vinhos e tornaram-se sócios fundadores.
Acreditamos plenamente neste projecto, não só pela personalidade da sua fundadora, e agora eleita Presidente da Direcção, mas também pelo conjunto de colaboradore(a)s que foram eleito(a)s nesta 1ª AG.
Para os interessados AQUI deixamos o link para o site do Clube.

sexta-feira, 12 de março de 2010

SERÁ QUE PRECISAMOS DO ALGARVE?

Chamo a vossa atenção para a mensagem publicada em UMA AUTOCARAVANITA reproduzindo o Regulamento Municipal de Estacionamento de duração limitada na cidade de Faro.
Mais uma vez existe uma discriminação negativa em relação às autocaravanas devidamente publicada em Diário da Republica. Chega-se pois à conclusão que a nossa presença não é desejada por aqueles lados. Vamos pois boicotar aquela cidade assim como todos os seus comércios!

quarta-feira, 3 de março de 2010

MAIS UM ENOJANTAR


EMENTA REQUINTADA E VINHOS CORTES DE CIMA ENCERRAM 3º CICLO DE ENOJANTARES AMIEIRA MARINA 
SÁBADO 6 DE MARÇO

3º Ciclo de Enojantares encerra no restaurante debruçado sobre o Alqueva com promessa de avançar com o 4º Ciclo, com muitas surpresas
O 3º ciclo de Enojantares do restaurante da Amieira Marina encerra no sábado, 6 de Março com uma ementa requintada e ajustada aos vinhos Cortes de Cima.
O repasto inicia-se com um welcome drink Cortes de Cima Tinto 2007com Pastelinhos de Massa Tenra; na Entrada surge uma Galantine de Veado com Alecrim e Compota de Arandos, servida com Chaminé Tinto 2008; o prato de peixe consta de Rolinhos de Linguado com Molho de Funcho, Salsa e Cidreira e Trouxinhas de Lombardo com Queijo Fresco, regados com o Chaminé Branco 2008; no sector carnal, um típico prato alentejano – Prova de Alguidar com Migas de Espargos Silvestres – regado condignamente cum um Argonez Tinto 2005; o Cortes de Cima Reserva 2004 introduz a sobremesa composta por um Fondant de Chocolate com Gelado de Azeite Cortes de Cima.
O conceito de Enojantares do restaurante da Amieira Marina, panorâmico sobre o Lago do Alqueva, tem vindo a visitar os principais produtores de vinhos alentejanos, tendo já realizado desde há um ano, 20 jornadas gastronómicas.
O espaço promete prosseguir a iniciativa com a abertura de um 4º ciclo de Enojantares a iniciar em Abril. Contando desde já com uma inovação a 10 de Abril realizar-se-á um Enojantar com Prova Cega da Adega da Ervideira.
Os Enojantares, com menu de degustação orçam em 35 euros/ pax, e por cada grupo de 6 pessoas há lugar a um jantar de oferta.