quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A CONTINUAÇÃO DO CPA EM CAUSA

Venho incitar os seguidores deste Blogue com interesse no CPA, especialmente os sócios, para que sigam a discussão no Fórum com o título A continuação do CPA em causa.
Vamos a Fátima, vamos revitalizar o CPA, vamos ser parte da solução!
Apresentemos, de boa fé, propostas que possam levar o Clube para o lugar que lhe pertence!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

NATAL



Um Santo Natal e um Ano Novo cheio das maiores felicidades são os desejos sinceros a todos os companheiros e famílias

Vitor e Fernanda

domingo, 20 de dezembro de 2009

CATRINETA

Muitos parabéns ao companheiro DeMatos pelo seu novo Portal com desejos de muito sucesso.

Pode ser consultado   AQUI

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vale a pena ir a Fátima?

Acabámos de ler no Fórum do CPA:
20º ANIVERSÁRIO DO CPA
Celebrando o Clube Português de Autocaravanas os seus 20 anos de actividade no dia 25 de Janeiro de 2010, assinalaremos a data com um jantar que decorrerá no mesmo dia e local da Assembleia Geral.

Por outro lado, alguns companheiros sugerem que esta AG possa determinar o fim do CPA.
Ingénuamente, pergunto aos companheiros de boa vontade: vale a pena ir a Fátima?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Histoires de Voy@ge ...

Durante as nossas navegações pela Internet descobrimos o site "Histoires de Voy@ge..". Para os francófonos é um site a não perder. Ali se encontram descrições de viagens ás mais diversas partes do Mundo;é como viajar nas nossas cadeiras frente ao computador.
Para os interessados, capazes de redigir em francês, existe a possibilidade de ali publicar também os próprios relatos de viagens.
O endereço é http://hdv.jimdo.com/ ou clicar na imagem respectiva na banda lateral deste blogue.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Best of GRANADA

Best of CORDOVA

Um anónimo.....

Embora não vá consentir na sua publicação, em forma de comentário, não resisto a publicar um texto que acabo de receber.
citação:
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Período de Defeso":
sito "o municipio de mertola está a ser paciente"
até algum bufo das associaçoes de autocaravanistas se lembrar de se xibar dos demais. Se o provérdio de amigo não empata amigo funciona-se....
algum abriu a janela e pronto... campismo selvagem, só pode ser para rir!

fim de citação
É claro que é anónimo, é claro que escreve numa lingua estranha que não tem nada a ver com português. Também é claro que é por causa destes que os autocaravanistas conscientes têm problemas.

Best of SEVILHA

Período de Defeso

É verdade! Entrámos em período de defeso de autocaravanismo; para o ano há mais. Insh'Allah!
Depois da nossa última mensagem ainda fomos passar algum tempo à Praia Fluvial da Tapada Grande nas Minas de S. Domingos de que não nos cansamos. É pena que a indisciplina de alguns autocaravanistas (neste caso, especialmente estrangeiros) prejudique a imagem do maior número. Continua a verificar-se auto-campismo selvagem, o local NÃO é uma área de serviço, não tem equipamentos para tal e existem autocaravanistas que permanecem 15 dias. Imaginem o resto. O municipio de Mértola está a ser paciente, mas até quando?
Daí para a Amieira, para o encontro do CAB, já longamente narrado noutros Blogs.


Durante este encontro o Blog Haddock on the road teve a honra de ser eleito para a próxima coordenação do CAB. Tomaremos posse no inicio do próximo ano e encontramo-nos já a preparar algumas novidades que serão próximamente noticiadas.
Encerramos o ano com a publicação de alguns slides com o Best Of da viagem pela Andaluzia.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

N'O Poço

Um pequeno à parte:
Chegámos a Portugal. Como acontece muitas vezes entrámos pelo Sul, com pernoita na AS AC de Castro Marim.
Um pequeno conselho: se vos apetecer comer fora vão a'O Poço, bem no centro da vila.
Peçam à D: Maria da Encarnação para vos fazer uma cataplana de bacalhau.
E depois digam-me....

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

PELA COSTA

O CABO DA GATA
Terminada que foi a visita a Granada descemos para o Sul em direcção a Almeria. Iamos com rumo ao Parque Natural do Cabo de Gata, com intenção de pernoita no PC Cabo de Gata que não conhecíamos. Oh cruel desilusão! Então nos Parques Naturais instalam-se estufas por todo o lado e estas fazem vazadouro dos seus detritos de produção nas marismas do Parque?
O PC nem era mau, apesar de se tratar de uma colónia de residentes britânicos, holandeses e alemães. Mas estava rodeado de estufas de produção de legumes e isso tirava-lhe todo o encanto.
A estrada da costa de Almeria até ao local onde estamos de momento, Torrox Costa, perto de Málaga é um mar de plástico. Não consigo encontrar o adjectivo apropriado para descrever a paisagem: fiquemos por deprimente.
O local de pernoita actual é o PC "El Pino"; outra colónia britânica; na recepção pouco castelhano se fala, no supermercado só inglês, no bar idem e a comida disponível no restaurante é tipicamente "british", brrr. Ficaremos por aqui pouquíssimo tempo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A PROPOSITO DO IV ENCONTRO DO CAB

  1. A “Proposta aos Participantes do IV Encontro do CAB“, da autoria do companheiro Errante, parece-me ter todo o sentido. Efectivamente o CPA, como está, parece-me ser um corpo morto que em nada ajuda o movimento auto caravanista. O número de sócios de que se prevalece poderá ter a ver com o preço do seguro da Castela & Veludo (de notar que este preço só é competitivo para o seguro contra terceiros) e com a obtenção da carta de campista(que também pode ser conseguida noutros lados).
  2. A reacção do companheiro Papa Léguas entende-se por não ter apreciado que o seu nome fosse avançado publicamente, não estando de acordo com alguns dos pontos de vista defendidos pelo companheiro Errante. Esse ponto poderia e deveria ser discutido na reunião do CAB. A cena do telefone, sendo caricata, não me parece suficiente para colocar o CPA de parte; existem motivos bem mais pertinentes para isso.
  3. A contra-reacção do companheiro Errante é esclarecedora e pertinente. Apenas não consigo aceitar, nem compreender e passo a citar “ Finalmente uma palavra para dizer como lamento não estar presente no próximo encontro do CAB, em razão da minha permanente indisponibilidade para participar em programas recreativos focados nos meio-dias matinais. Uma indisponibilidade de sempre!” .
  4. Mais uma vez se me coloca a dúvida: vale a pena tentar o associativismo nesta actividade ou continuo a fazer turismo itinerante “orgulhosamente só”.
  5. E agora, por favor, que ninguém me venha acusar de estar a atacar ou a levantar polémicas com quem quer que seja. Estive apenas a pensar alto e achei que valia a pena passar alguns dos meus pensamentos a escrito para não me esquecer. Eu tenciono ir ao IV Encontro e gostava muito de lá ver estes assuntos debatidos serenamente.

GRANADA




Dá-lhe esmola, mulher,
que na vida não há nada
como a dor de ser cego
em Granada.

Este dito popular, inscrito num muro do Alhambra, evoca a beleza desta cidade, da sua localização privilegiada e das suas impressionantes jóias artísticas criadas pelo homem.
Na impossibilidade de tudo ver, optámos pelo Alhambra, pela Catedral e pela Capela Real.
A visita ao Alhambra tomou-nos um dia completo. Há que realçar, pelo menos, quatro visitas distintas: os Palácios Nazaries, o Palácio de Carlos V, a Alcazaba e o Generalife.
Os Palácios Nazaries constituem o núcleo central das construções. Nada no seu exterior nos prepara para a sua beleza interior; a variedade e originalidade decorativa das suas abobadas em moçárabes, cúpulas e estuques, a que se unem a água e a luz enquanto elementos arquitectónicos fazem deles uma jóia de valor incalculável. Os Palácios organizam-se em torno de três pátios: o Pátio do Quarto Dourado, o Pátio dos Arrayanes e o Pátio dos Leões. É impossível no âmbito dum post descrever a beleza das decorações dos Palácios Nazaries: no entanto não queremos deixar de expressar a opinião de que os homens que sentiram a necessidade de se rodear de tais refinamentos deveriam ter um nível cultural muito elevado. O Alhambra fascina pela sua arquitectura, engalanada por água e jardins, que plasma a tradição do “paraíso” Corânico. Pode surpreender que um poder político, na altura em decadência, tenha construído essa obra prima e que os avatares da história a tenham respeitado.
O Palácio de Carlos V, mandado construir em 1526 pelo imperador com o mesmo nome (e financiado com os impostos cobrados aos Mouros!) contrasta com os anteriores. O exterior tem alguma grandiosidade mas, na nossa opinião, pesada. A planta é de grande simplicidade, um circulo inscrito num quadrado; as fachadas constam de um corpo inferior pesadamente almofadado e de um superior compartimentado por pilastras jónicas. A decoração interior que se conserva é pobre. Confessamos que em comparação com os Palácios Nazaries este não nos conseguiu impressionar.
A Alcazaba é a parte mais antiga do conjunto; trata-se de um conjunto de fortalezas e muralhas, constituiu a parte militar do Alhambra. Na praça de armas existem restos do bairro castrense, dominados pelo volume da Torre da Vela, baluarte histórico em que foram içadas as bandeiras dos Reis Católicos aquando da conquista da cidade.
O Generalife é na essência uma residência de Verão que já estaria construída em 1319, sendo assim anterior aos outros palácios do Alhambra. Compõe-se de uma zona apalaçada simples, rodeada por magníficos jardins em terraços, nos quais mais uma vez a água joga um papel determinante.
Para a visita à Catedral entra-se pela Gran Via de Colón embora a fachada principal se encontre na Praça de las Pasiegas. A apreciação exterior do monumento é dificultada pelo seu encravamento entre os imóveis circundantes; de qualquer modo a fachada tem uma certa imponência embora sem comparação com, por exemplo, Chartres. O inicio da construção foi em 1518 mas, tendo as obras durado quase dois séculos, nasceu gótica e foi terminada como renascentista. O interior é majestoso pelas suas proporções e também pela decoração da capela principal, circular e muito alta. Destaca-se ainda a beleza dos orgãos.
Na Capela Real, de grande dignidade e riqueza são notáveis os túmulos em mármore dos Reis Católicos. Estes, desejando ser enterrados nesta cidade que tanta glória lhes tinha proporcionado mandaram construir, para o efeito, esta capela.
Aqui se deu por terminada a visita a Granada.
Nota técnica: Mais uma vez a viagem entre Córdova e Granada decorreu por auto-estrada gratuita. Como alojamento em Granada escolhemos o PC “Reina Isabel”. Está a curta distância do centro da cidade, e o transporte público pára à porta(viagem de cerca de 15 minutos, 1,10 €). Está classificado como de 2ª categoria, as instalações são muito correctas . A ligação Internet custa 3 €/24 horas. Integrado na ACSI, a pernoita custa 15 €/dia .
Uma das principais parcelas da despesas de viagem estão a ser as entradas em monumentos; para dois, no conjunto de Sevilha, Córdova e Granada e não visitando tudo, mas apenas o que considerámos mais importante, já lá vão 150 €.
A partir daqui a viagem muda de cariz, de cultural para de natureza. De Granada vamos para o Cabo da Gata e depois fazer a costa sul de Espanha até Portugal.
De notar ainda que, desde que saímos de Portugal a 7 de Novembro, temos sido bafejados por um tempo de quase Verão com sol e temperaturas estivais.